Crie o seu token em quatro redes.
Escolha a rede, dê nome e quantidade e assine com a sua carteira. O token nasce com supply fixo e sem dono, e tudo é feito aqui no seu navegador.
Um token é uma moeda digital sua, registrada numa blockchain. Criar não dá preço a ele: o preço só aparece quando alguém abre um pool de liquidez com ele.
1Escolha a rede
Não sabe qual? A Solana é a mais barata para começar. Se o seu público usa Binance, escolha a BNB Chain.
Antes de assinar
Quem fica com o token?
Você. O supply inteiro nasce na carteira que assinou. A Solidity Brasil não recebe nenhuma parte e não guarda chave nenhuma: a transação é montada aqui no seu navegador e quem assina é a sua carteira.
Dá para mudar alguma coisa depois?
Não, e é de propósito. Na Solana a cunhagem é revogada e o congelamento nasce vazio na mesma transação. Nas redes EVM o contrato não tem dono, taxa, pausa nem lista negra. Ninguém cria mais tokens nem trava a carteira de quem comprou, nem você, nem nós.
Quanto custa em cada rede?
Só a taxa da própria rede, mostrada antes de assinar. Na Solana fica abaixo de 0,01 SOL, quase tudo depósito das contas do token. Na BNB Chain, na Polygon e na Base é o gás de um deploy de cerca de 600 mil, que hoje custa centavos de dólar. Enquanto o SDBR não é lançado, o serviço não cobra nada.
O que vocês guardam do que eu digito?
Nada. Não existe cadastro nem banco de dados. Se você escolher uma logo, ela vai para o IPFS, que é público, porque é de lá que as carteiras leem a imagem.
E depois de criar?
Um token sem liquidez não tem preço. O próximo passo é abrir uma pool: na Solana pela ferramenta Pool de liquidez, na BNB Chain pela Pool PancakeSwap v3. Nas redes EVM, cadastre a logo pela ferramenta Logo na carteira.